Em 1992, ano de seu único título da Copa do Brasil, o Internacional eliminou o seu maior rival nas quartas-de-final da competição. Com dois equilibrados empates em 1 x 1, destaque para o goleador Gérson, que anotou os dois colorados, as partidas que tiveram casa cheia, sendo a primeira disputada no estádio Olímpico e a decisiva no Beira-Rio, tudo acabou se resolvendo nas penalidades máximas com vitória para o Inter, que seguiu firme rumo ao título, conquistado de forma suada na final contra o Fluminense.

2 comentários:
Iniesta é o melhor jogador do mundo para mim. Uma vez que eu o vi, ele veio para o Brasil e ele estava comendo em ums restaurantes em higienópolis.
Na partida de volta, realizada no Gigante do Beira-Rio, o jogo caminhava para os minutos finais, quando, aos 42 minutos do segundo tempo, o árbitro José Aparecido de Oliveira marcou um pênalti para o Colorado. Célio Silva cobrou e converteu a penalidade máxima, sagrando-se o Internacional campeão da competição, graças à regra do gol fora de casa, perante 45.777 presentes,[14] acabando com um jejum de 13 anos sem um título nacional para o Colorado. O Tricolor das Laranjeiras ainda teve Zé Teodoro expulso.[15]
Em entrevista ao jornal LANCE! (RJ), Pinga confessou que "cavou o pênalti" que decidiu a Copa do Brasil de 1992:
"Foi eu que sofri aquele pênalti na decisão da Copa do Brasil. Na verdade, eu "cavei". Disse isso na época e reafirmo hoje. O Luciano (ex-jogador do colorado) cobrou uma falta pela direita, eu fui tentar dominar, e a bola escapou de meu domínio. Nesse momento, um jogador do Fluminense me deu um leve toque. Claro que não com força suficiente para cair, mas aproveitei e me joguei."
— Pinga
O programa Globo Esporte de 27 de outubro de 2014 promoveu o encontro entre Pinga e o então goleiro tricolor Jéfferson, para reviver este momento histórico.
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